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Respeito e igualdade é o que pedimos

Oi, gente!

Hoje, 21 de Setembro de 2017 – Dia Nacional Da Luta Da Pessoa Com Deficiência, dia tão importante, eu não poderia deixar devir aqui comentar com vocês.

Em pleno ano de 2017 poderíamos imaginar que a vida das pessoas com alguma deficiência estaria bem melhor que há anos atrás, já que hoje existem muito mais tecnologia e conhecimento do que no passado.  Infelizmente, as coisas não são tão fáceis assim, e situações como a que vamos contar a seguir são mais comuns que imaginamos.

Navegando pela Internet encontrei uma matéria que me deixou com uma mistura de revolta e tristeza frente a absurdos como este:

– A estudante de artes visuais das Faculdades Metropolitanas Unidas (FMU) – Liberdade, Paloma Barbosa, 23, enfrenta a mesma incerteza há dois anos: não sabe se conseguirá chegar e sair da sala de aula sem o auxílio dos colegas ou do Corpo de Bombeiros. Por ser cadeirante, Paloma depende de um elevador que, de acordo com ela, “está sempre quebrado”.

Para que pudesse sair da sala de aula a estudante precisou ser carregada pelo pessoal do Corpo De Bombeiros, pois a sala onde ela estuda fica no 1° andar e o elevador que poderia dar a ela a independência, está sempre quebrado.

Esta situação é algo que não deveria existir nos dias atuais já que temos tantas leis e regulamentos para fazer com que a pessoa com deficiência exerça seu direito de ir e vir. A eliminação de barreiras que dificultem sua locomoção é algo básico ao extremo, assim como toda uma mudança na sociedade para que esta comece a ver o deficiente como um igual e não com aquele sentimento de pena, o que força que as pessoas ainda tenham que passar por situações como esta.

Só podemos imaginar como esta jovem se sentiu constrangida e impotente por ser carregada para que pudesse sair da sala de aula, sem ter controle da situação e ser submetida a isto para exercer o seus direitos de ir e vir e de estudar.

Uma frase dita pela jovem nos chamou muito a atenção e mexeu um pouco, pois é visível que ela se sente mal por ser deficiente e isto não deveria acontecer.

“Me senti horrível porque a sala é no primeiro andar. Isso me fez pensar como seria tão mais fácil se eu só pudesse conseguir descer a escada. E eu não deveria ter que me sentir assim”,

Apesar disto a jovem não cogita parar de estudar ou deixar de mostrar que, apesar de todas as adversidades que passa, ela também entende que não se pode apenas desistir e que o estudo é muito importante, uma vez que muitos deficientes não têm esta chance.

Com tudo isto é fácil perceber que ainda temos muito que fazer para que as pessoas com deficiência possam de fato ter a independência e autonomia que a lei já garante, mas que, na pratica, é constantemente desrespeitada.

Por isto, a mensagem que podemos deixar neste dia de luta é de conscientização e respeito para que outras pessoas com deficiência não passem pelo que a Paloma passou.

No link abaixo segue a matéria completa:

https://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/aluna-cadeirante-e-carregada-por-bombeiro-para-ver-aula-em-faculdade-de-sp.ghtml?utm_source=whatsapp&utm_medium=share-bar-smart&utm_campaign=share-bar

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2 comentários em “Respeito e igualdade é o que pedimos

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